sábado, 29 de abril de 2017
quinta-feira, 27 de abril de 2017
"Os Hippies e os Gangsters"
É já na década de 70 que estreia o filme "À Tout Casser" de John Berry que em português terá o nome "Os Hippies e os Gangsters". Dez anos depois de ter "chegado" a Portugal, Johnny Hallyday continuava a ser um nome de referência apesar de já quase não editar discos por cá.
quarta-feira, 26 de abril de 2017
terça-feira, 25 de abril de 2017
segunda-feira, 24 de abril de 2017
domingo, 23 de abril de 2017
sábado, 22 de abril de 2017
sexta-feira, 21 de abril de 2017
quinta-feira, 20 de abril de 2017
quarta-feira, 19 de abril de 2017
segunda-feira, 17 de abril de 2017
domingo, 16 de abril de 2017
sábado, 15 de abril de 2017
sexta-feira, 14 de abril de 2017
quinta-feira, 13 de abril de 2017
quarta-feira, 12 de abril de 2017
terça-feira, 11 de abril de 2017
segunda-feira, 10 de abril de 2017
domingo, 9 de abril de 2017
"Dançando ao Sol"
Antes da "invasão britância" encabeçada pelos The Beatles, houve uma primeira investida liderada por Cliff Richard e pelos The Shadows. Em Portugal foram muito bem recebidos dando origem a uma série de "conjuntos tipo The Shadows", como então denominaram os grupos que tocavam instrumentais surf. O próprio Cliff Richard teve algum culto não só por causa da músicas mas também porque, à semelhança de Elvis Presley, foi actor em vários filmes. Em 1964, ele e os The Shadows, entram em "Wonderful Life" de Sidney J. Furie. Por cá o filme estreia com o título "Dançando ao Sol" e a revista Plateia publica um número especial inteiramente dedicado ao filme, com algumas páginas a cores, algo raro na altura.
sábado, 8 de abril de 2017
"A popularidade dos Beatles nunca foi grande entre nós" (Parte 4)
«De volta aos “chefes da cultura da música pop”, no final
da década, tanto nos jornais como nas revistas, sobretudo nas novas,
escreveu-se um pouco mais sobre a sua música. Entendia-se que depois de “Sgt. Pepper's
Lonely Hearts Club Band” a pop tinha
subido de nível, chegado “a um estado com o qual não se sonhava: o da arte”. Como
se lia n’O Século, “agora os Beatles
são músicos a sério” e comparavam-nos, inclusivamente, com Schubert. No Diário de Lisboa, com o seu jornalismo
mais informado, crítico, e que em entrelinhas contornava os vigilantes como
podia, salientou-se como os Beatles tinham
trazido “uma nova perspectiva à música moderna”. Tanto a nível internacional
como nacional, como se percebe nos discos dos Jets, dos Quarteto 1111 e
da Filarmónica Fraude.
Mas por essa altura, “os quatro campeões de Liverpool” já
estavam divididos entre a música, cinema
e a meditação e separados entre si. Algo que fez com que, em termos mediáticos,
cada um ganhasse o seu espaço individual. A maior parte da atenção recaiu, por
razões óbvias, sobre Paul McCartney, cuja estadia em Portugal serviria para
propagandear o Algarve, e sobre John Lennon. Já com Yoko Ono, entre 1968 e
1969, fala-se da excentricidade do casal – chegaram a ser capa do Diário de Lisboa – assim como dos seus
vanguardismo e experimentalismo, tanto na música como no cinema. Mas isso já é
outra conversa, outra revolução. A décima
talvez...
*
Voltando ao início, conforme comentava o director
comercial da Valentim de Carvalho,
«os Beatles nunca tiveram grande êxito entre nós». Talvez porque não tenham
vendido tanto como se esperava. Mas sobre eles escreveu-se mesmo muito. E
porque já nem todos temos tempo nem paciência para folhear esses jornais, fica
aqui compilado o melhor do que então se publicou. “Dear Sir or Madam, will you
read this book?”»
"A
popularidade dos Beatles nunca foi grande entre nós"
in
sexta-feira, 7 de abril de 2017
"A popularidade dos Beatles nunca foi grande entre nós" (Parte 3)
«Estava-se em 1968 e se em Portugal ainda “não havia” o
L.S.D. nem sequer a erva que aquele e outros jornalistas referiam, pelo menos a
partir desse ano iria ter-se uma, ou a,
Drug Store…Situada numa cave da Avenida da Liberdade, em Lisboa, esta “Mini
Carnaby Street”, como optimisticamente a descreveram, continha boutiques, uma discoteca e snack-bar e seria aí onde se venderia
“vestuário de motivos decorativos mais ou menos psicadélico”, os novos discos
assim como cartazes e artefactos hippies
importados. Puderam alguns viver dessa forma, com outras cores e sons, a dita
“primavera marcelista” … Em termos de publicações, é nesse período de maior
abertura do Estado Novo que aparece A
Capital, um jornal que também não ganharia grandes simpatias da parte do
regime, embora dissesse pretender ser mais popular do que político. É também
nesse final de década que surgem as revistas Cine Disco, Mundo Moderno,
Mundo da Canção e a Clube 21. Geridas por gente comprometida
com as novas causas juvenis, expressavam-se aí novas perspectivas que se
reflectiam na linguagem gráfica, agora mais livre, colorida ou até psicadélica.»
"A
popularidade dos Beatles nunca foi grande entre nós"
in
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