terça-feira, 12 de maio de 2015
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Os Anos Yé-Yé (1965-1966): Parte 6
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Os Anos Yé-Yé (1965-1966): Parte 4
segunda-feira, 17 de março de 2014
sábado, 15 de março de 2014
quinta-feira, 13 de março de 2014
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
sábado, 10 de dezembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
“Ritmos Modernos da Nova Vaga: o rock em Portugal na década de 60” – Parte 35
Foi também aí, no "fim da linha", zona balnear situado a menos de uma hora de Lisboa, o palco do 1º Festival de Conjuntos de Música Moderna da Costa do Sol, realizado no Colégio dos Salesianos. Participaram os Música Novarum, Sindicato, Emotion, A Máquina, Nave, Apolo 4, Yaks, Fliers, num total de 25 bandas, frente a um júri constituído por Alexandre O'Neill, Francisco d'Orey, José Cid, Ivo Cruz, José Nuno Martins, Melo Pereira e Manuel Jorge Veloso.
No ano seguinte tentou-se organizar na mata desse mesmo colégio um "Festival Monstro de Pop Music" com o Quarteto 1111, Chinchilas, Sindicato, Objectivo, Psico, Padre Fanhais, José Jorge Letria, Evolução, Nomos, entre outros, que foi cancelado uma hora antes de começar, e "ao mesmo tempo que mandam a mensagem de cancelamento, mandaram as carrinhas da polícia para lá. As pessoas, revoltadas, começaram a atirar cadeiras para o palco, atearam uma fogueira com as cadeiras... e a polícia começou a perseguir as pessoas pelos jardins do Casino Estoril, pela praia (...) O pinhal ardeu, a Polícia de Choque correu tudo à bastonada, houve estrangeiros na praia do Estoril mordidos pelos cães da polícia. Um pandemónio! Até as filhas do presidente da República Américo Thomaz, que estavam lá para assistir ao festival, levaram porrada da polícia"[1]. Era a altura, depois dos avisos, do castigo...
segunda-feira, 13 de junho de 2011
“Ritmos Modernos da Nova Vaga: o rock em Portugal na década de 60” – Parte 28
Por esta altura, finalmente, já não se ouvia apenas os Beatles e os Shadows. Graças a antenas artesanais que captavam as rádios piratas, como a Radio Caroline, Radio England ou Radio London, que eram emitidas a partir de barcos ou plataformas abandonadas[1], podia-se ouvir as novidades que iam desde o folk ao soul passando pelo psicadelismo. Foi neste ano que surgiram Os Dolmens, da Madeira, os Xelbe 65, do Algarve, The Sheers, de Bragança, Os Lunicks, do Minho, Os Jactos, do Porto, Os Infernais, de Faro.
Mas também três das mais marcantes bandas portuguesas: os Chinchilas, que contavam na sua formação com Filipe Mendes, o Conjunto Universitário Hi-Fi, de Coimbra, que habilmente se movia dentro da estética psicadélica da costa oeste americana, e os Pop Five Music Incorporated, do Porto.
Em Lisboa, os Jets, três anos após a sua formação gravaram um EP para a editora Tecla. Com uma capa única em Portugal, de grafismo pop psicadélico, a música acompanhava-a. O seu equipamento, também único para a altura, consistia numa aparelhagem Vox, órgão de dois teclados e uma Gibson vermelha, entre muito outro material avaliado em milhares de contos. Tocavam a "15 mil escudos por actuação, ao câmbio da época, fora a dormida, alimentação e casa, durante as loucas - porque sexuais - digressões estivais (...) , meridionais coloridas e extravagantes com inglesas em desaforos sensoriais. (...) Liz e Frankie, as duas mentoras sexuais dos Jets, em 1965 (Lota, Lagos), 1966 (Ferragudo, «A Chaminé») e 1967 (Albufeira, «MCM») e introdutoras de afrodisíacos «spanish fly» (cantáridas) na vivência criativa musical e erótica", como descreveu o seu baterista João Alves da Costa. No ano seguinte, devido à incorporação militar o grupo desfez-se...











